
O temido período de seca reduz drasticamente a oferta de capim nas fazendas brasileiras. Primeiramente, o pecuarista perde muito dinheiro quando o rebanho emagrece na estiagem prolongada. Consequentemente, a irrigação de pastagens apresenta-se como a tecnologia definitiva para quebrar essa sazonalidade forrageira. O gestor rural mantém a produção de massa verde acelerada e constante durante os doze meses. Portanto, a fazenda multiplica a sua taxa de lotação e a produção final de arrobas.
Dimensionamento técnico do sistema de irrigação
A escolha do equipamento adequado exige um rigoroso projeto de engenharia agrícola prévio. Inegavelmente, o equipamento de pivô central atende perfeitamente áreas topograficamente planas e extensas. Por outro lado, a malha fixa adapta-se melhor a terrenos acidentados ou a piquetes de tamanho menor. Assim, o projeto de irrigação de pastagens depende diretamente da topografia local e da disponibilidade hídrica.
Além disso, a análise detalhada do solo determina a capacidade de retenção de água da área. Sobretudo, o manejo eficiente exige a aplicação de lâminas de água exatas, evitando desperdícios financeiros e encharcamentos prejudiciais. Dessa forma, a raiz do capim absorve água fresca e nutrientes com eficiência metabólica máxima.
Nutrição química do solo e fertirrigação contínua
Apenas jogar água limpa no pasto não resolve o problema da produtividade forrageira esperada. Primeiramente, a extração violenta de nutrientes pelo capim irrigado é extremamente alta e acelerada. Em seguida, o produtor precisa repor nitrogênio e potássio urgentemente através da fertirrigação contínua.
Para conhecer os cálculos avançados de evapotranspiração regional, consulte os manuais da ANA.
Certamente, a união inteligente de água, adubo químico e manejo rotacionado transforma o pasto em uma indústria real. Por fim, sistemas forrageiros irrigados e bem geridos entregam rentabilidades absurdamente superiores a muitas lavouras de grãos.