Qual a importância da Agricultura familiar para o Brasil?

Não é novidade que o Brasil é um país relativamente agrário, isso considerando que a área agrícola tem grande peso na nossa economia.

O Brasil é um grande exportador de commodities, e quem sempre sai na frente nessa venda de materia prima são os grandes produtores.

Indo mais direito ao assunto, mais de 75% da alimentação do povo brasileiro vêm da agricultura família, que diferente de países Desenvolvidos ou Primeiro mundo, tanto faz, não recebeu a devida atenção e apoio, e com isso os Agricultores familiares começaram a ser cercados pelos grandes produtores, e por muita pressão vendendo a terra e indo para a cidade grande, ocorrendo o conhecido êxodo rural.

Por experiência de causa, posso abordar um pouco da agricultura familiar do estado de Goiás, e sobre o de Santa Catarina, e com isso mostrar o impacto de se ter terras bem distribuídas e a agricultura familiar valorizada.

No estado de Goiás, grande parte das unidades de produção, são grandes latifúndios, e produzem basicamente a mesma coisa, ou seja, monoculturas. A soja tem um grande predomínio em Goiás seguido do milho e outras culturas. Devido o poder econômico desses latifundiários, muitos agricultores familiares migraram para Goiânia após vender suas terras e consequentemente houve uma diminuição de empregos devido a modernização dos maquinários no campo.

Já Santa Catarina, é o estado mais organizado quando se fala de distribuição de terras, e por isso vemos uma grande variabilidade de produções. Como a grande maioria é agricultura familiar, vemos dentro das unidades de produção, mais de uma cultura, a família que produz gado de corte e leite, planta milho pra silagem e cultiva hortaliças etc.

E nesse panorama, as políticas públicas de apoio aos produtores são essenciais, a exemplo de algumas atualmente implantadas como o PAA – Programa de Aquisição de Alimentos e o PRONAF – Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar.

Mas, para que o agricultor se mantenha no campo, produzindo alimento de qualidade e ofertando emprego, é necessário que haja uma reformulação e criação de novas políticas públicas, para incentivar as famílias a ficarem no campo e terem uma vida digna.

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