
O manejo eficiente das pastagens determina a rentabilidade da pecuária intensiva. Primeiramente, o gestor precisa saber exatamente quanto capim existe disponível no piquete. Consequentemente, a estimativa de biomassa forrageira torna-se o cálculo mais importante de toda a fazenda. O método tradicional de corte e pesagem exige muito tempo e mão de obra braçal. Portanto, a engenharia agrícola introduziu o uso massivo de drones para automatizar essa medição complexa.
Como os drones calculam a disponibilidade de capim?
A tecnologia embarcada nesses equipamentos capta dados invisíveis ao olho humano. Inegavelmente, os sensores multiespectrais registram a refletância das folhas no comprimento de onda do infravermelho. Assim, a estimativa de biomassa forrageira baseia-se em índices de vegetação rigorosos, como o famoso NDVI.
Além disso, o processamento das imagens aéreas gera um modelo digital de elevação (MDE). Sobretudo, esse modelo mede a altura exata do dossel forrageiro em toda a extensão da área. Dessa forma, o software correlaciona a altura matemática da planta com o volume de massa seca efetivamente disponível.
Calibração e validação estatística dos dados
Nenhum algoritmo digital funciona perfeitamente sem uma calibração local bem feita. Primeiramente, o profissional precisa coletar algumas amostras físicas reais no pasto. Em seguida, ele cruza esses dados coletados manualmente com os valores lidos pelo drone.
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Certamente, o uso de regressões estatísticas valida a precisão absoluta do modelo digital criado. Por fim, o produtor ajusta a taxa de lotação dos bovinos com segurança total e embasamento estritamente científico.